Champions: Arsenal e Liverpool estreiam-se com vitórias pela margem mínima
Em Nápoles, o Arsenal prolongou o início de época totalmente vitorioso, com cinco triunfos em outros tantos encontros, e mostrou que continuará a apostar numa abordagem mais pragmática na Champions. Foi essa fórmula que, em 2025/26, lhe permitiu chegar à final, perdida diante do PSG apenas no desempate por grandes penalidades.
No sul de Itália, bastou um golo do norueguês Martin Odegaard, aos 75 minutos, para os Gunners voltarem a Londres com um triunfo por 1-0, agravando as dificuldades do treinador Massimiliano Allegri no Nápoles.
No Estádio Diego Armando Maradona, o histórico técnico italiano, segundo treinador com mais títulos na Serie A e ainda nos primeiros meses à frente do Nápoles, sofreu a terceira derrota consecutiva.
Em Anfield, o espanhol Andoni Iraola estreou-se como treinador na Liga dos Campeões ao comando do Liverpool. No banco adversário, o argentino Diego Simeone deu início à sua 14.ª participação consecutiva na prova com o Atlético Madrid.
Marcos Llorente, que recentemente deixou a seleção espanhola após se sagrar campeão mundial, colocou o Atlético em vantagem aos 17 minutos. O húngaro Dominik Szoboszlai, aos 40, e o argentino Alexis Mac Allister, aos 50, assinaram os golos da reviravolta dos Reds, que venceram por 2-1.
Também nesta quarta-feira, Barcelona e Estugarda começaram a jornada com vitórias expressivas. Poucas horas mais tarde, o Sporting, perante o Galatasaray, e o PSG, frente ao Slovan Bratislava, conseguiram igualmente triunfos contundentes.
A jornada inaugural termina na quinta-feira, com particular atenção aos encontros Bayern Munique-Bodo/Glimt, sendo os alemães um dos favoritos a vencer a competição, e Manchester United-Sabah. Os Red Devils, campeões em 1968, 1999 e 2008, estão de volta à elite do futebol europeu.
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