Chapecoense homenageia vítimas de 2016 antes do amigável da «amizade eterna»

Internacional
Chapecoense homenageia vítimas de 2016 antes do amigável da «amizade eterna»

Na noite de 28 de novembro de 2016, já madrugada de dia 29 em Portugal, o avião que levava a equipa da Chapecoense, jornalistas e convidados despenhou-se no “Cerro El Gordo”, na Colômbia. A formação brasileira ia disputar a final da Sul-Americana frente ao Atlético Nacional. Das 77 pessoas a bordo, apenas seis foram resgatadas com vida.

Quase uma década depois da tragédia, a Chapecoense voltou à Colômbia e ao “Cerro Chapecoense” para prestar homenagem aos «campeões do céu».

A sexta-feira ficou marcada por homenagens especiais e numerosas manifestações de carinho, respeito e gratidão. A visita da comitiva alviverde ao “Cerro Chapecoense”, cenário da tragédia de 2016 e um lugar carregado de memórias, foi um dos momentos de maior emoção.

Antes do início do encontro, o presidente do Atlético Nacional, Sebastián Botero, acompanhado por Antonio José Ardilla, ofereceu ao presidente Alex Passos um ramo com 71 flores. A entrega decorreu durante a troca de camisolas entre os presidentes dos dois clubes.

Na noite de sábado, o Atlético Nacional recebeu a Chapecoense para um jogo particular, que terminou empatado a uma bola.

Nas redes sociais, o clube brasileiro descreveu o encontro como a partida da «amizade eterna» e considerou o resultado simbólico. Sublinhou ainda que tudo o que aconteceu dentro e fora do relvado demonstra que o futebol vai além do jogo, destacando o carinho e as homenagens recebidas como sinais de uma amizade que será eterna. «Gratidão, Colômbia! Aqui é a nossa segunda casa», escreveu a Chapecoense.

A equipa brasileira está no 20.º e último posto do Brasileirão, com 18 pontos, a 13 da zona de permanência e com uma jornada em atraso.

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