Di María orgulhoso de ter jogado com Messi: «É o melhor da história»
A Argentina prepara-se para dizer adeus a um dos seus maiores ídolos. Lionel Messi faz o jogo de despedida da seleção na madrugada desta quarta-feira, às 00h00, diante do Benim. O futebolista que mais vezes partilhou o relvado com Leo, porém, não estará presente.
É Ángel Di María, extremo que representou o Benfica em duas ocasiões e que tem agora assumido a braçadeira de capitão do «seu» Rosario Central. Perante os jornalistas, não deu sinais de estar incomodado com a ausência.
«Se tenho vontade de jogar? Não. Vejo-o de fora, tranquilo. É aproveitar, como todos os argentinos, esta último dança», disse, depois do empate no terreno do Banfield, para o campeonato, na madrugada desta terça-feira.
Di María recordou os muitos anos ao lado de Messi e manifestou orgulho por ter sido orientado por Diego Maradona e por ter jogado com Leo, que considera o melhor futebolista da história. Destacou ainda o prazer de terem estado juntos em Paris durante um ano, sublinhando a diferença entre conviver diariamente e passar apenas dez dias juntos antes de cada um regressar ao seu clube. O extremo mostrou-se feliz pelas experiências que viveu, pela amizade construída e por tudo o que Messi conseguiu conquistar com a seleção argentina.
Confrontado com a possibilidade de Messi continuar a representar a albiceleste aos 39 anos, Di María optou por respeitar a escolha do capitão.
«Sim, obviamente que ele pode jogar até quando quiser. Mas às vezes [é necessário] tomar decisões. Acredito que a decisão dele é retirar-se já e acredito que faz muito bem», concluiu.
O antigo jogador do Benfica já tinha declarado publicamente que vê Messi como o melhor da história, apesar de também ter sido companheiro de Cristiano Ronaldo durante quatro anos no Real Madrid. «Há uma grande diferença», afirmou em 2025.
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