Farioli destaca resposta do grupo numa noite de dificuldades para o FC Porto

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Farioli destaca resposta do grupo numa noite de dificuldades para o FC Porto

Francesco Farioli admitiu que o FC Porto passou por dificuldades numa noite em que precisou de subir o nível para ultrapassar um adversário exigente. O técnico salientou a união do grupo e a resposta de Borja Sainz, chamado à titularidade depois de Oskar Pietuszewski se lesionar durante o aquecimento.

Mais esforço do que inspiração

O treinador lembrou que os adversários nunca facilitam a tarefa ao FC Porto. Sublinhou que as equipas que defrontam os portistas têm qualidade, procuram demonstrar o seu valor e vencer, obrigando o conjunto azul e branco a melhorar o seu jogo. Nesse sentido, considerou que a partida correspondeu ao que esperava, pelas dificuldades que apresentou.

Giménez à direita em vez de Gabriel Mec

Farioli explicou que, naquele momento da partida, precisava de um jogador com características específicas. Gabriel Mec, que continua em fase de crescimento, estava entre as hipóteses que ponderava, mas o desenrolar do encontro levou-o a escolher outras soluções. Para o técnico, o essencial é que todos estejam preparados para entrar, algo que considerou ter ficado demonstrado: Oskar lesionou-se no aquecimento e Borja acabou por ser o homem do jogo. Destacou esse episódio como exemplo da força da equipa e de um grupo cujos jogadores estão sempre disponíveis para jogar.

A ausência de William Gomes em partidas deste género

O técnico recordou a importância de William Gomes na temporada passada e o contributo que continua a dar à equipa. Garantiu que está a ser feito tudo para acelerar a recuperação do jogador, lembrando que os tornozelos são zonas particularmente sensíveis e dolorosas. Acrescentou que William está a dar tudo para regressar.

Imbeon rendeu Gabri

Sobre esta alteração, Farioli referiu que Gabri tem acumulado muitos jogos e sofrido muitas pancadas, pelo que também necessita de descanso. Descreveu Imbeon como um jogador cheio de energia, que estava disponível, e explicou ter sentido que a sua entrada poderia transmitir uma energia positiva à equipa.

Samu sem festejar

O treinador salientou que Samu entra sempre com grande espírito e tem a vontade de marcar própria de um avançado. Realçou ainda a sua generosidade, por muitas vezes entregar a bola quando tem oportunidade de finalizar. Quanto ao posicionamento do jogador, indicou que ficou a três ou quatro metros dos restantes companheiros.

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