Rui Borges explica reação: respeita a crítica, mas rejeita a que se disfarça de opinião
Depois do triunfo sobre o Lens, Rui Borges protagonizou um momento curioso ao falar nos «Bernardos desta vida», numa referência a um jornalista. Uma semana mais tarde, na antevisão à receção ao LASK Linz, o técnico explicou a reação e descreveu-se como um «rapaz calmo», por vezes até demasiado.
O treinador assegurou que não pretendeu individualizar ninguém nem alimentar polémicas. Sublinhou o respeito pelo trabalho de todos os jornalistas e pela crítica, que considera fazer parte da profissão. Explicou que, desde que decidiu ser treinador principal, tinha consciência de que precisaria de saber lidar com as críticas caso concretizasse os seus sonhos, algo que, felizmente, tem conseguido.
Rui Borges salientou a dificuldade do papel de treinador e reiterou que respeita todas as pessoas e a crítica. Ressalvou, porém, que não gosta de «crítica disfarçada de opinião» e que se reserva o direito de procurar defender, quando considerar necessário, a sua dignidade, a carreira, o grupo e o Sporting. Garantiu que defenderá sempre o clube, sem querer envolver-se em polémicas.
O técnico reconheceu ainda que há momentos em que pode reagir com maior ou menor frieza, mas assegurou que continuará a ser o mesmo treinador e o mesmo rapaz tranquilo. Ainda assim, deixou uma ressalva: «Agora, quem não sente, não é filho de boa gente.»
Quanto à dedicatória de uma vitória, começou por apontar os adeptos, acrescentando depois a equipa, pelo muito que os jogadores correm e pelo foco que mantêm. Concluiu que o triunfo será sempre do grupo e, posteriormente, dos adeptos.
Queres saber isto antes de todos? Entra no grupo gratuito do Corvo Bets.
Entrar no grupo