Tensão marca Israel-Irlanda e há novo duelo no domingo: «Já estou ansioso...»
O conflito armado no Médio Oriente esteve em destaque no Israel-República da Irlanda (0-3), da Liga das Nações. Antes da partida de domingo, disputada em terreno neutro, na Hungria, o guarda-redes Gavin Bazunu recusou-se a enfrentar Israel devido aos ataques à Palestina, à Faixa de Gaza e à Cisjordânia. Em 2024, a República da Irlanda já tinha reconhecido o Estado da Palestina, à semelhança de Espanha e Noruega.
No relvado, os jogadores irlandeses usaram fumos negros nos braços, ignoraram o hino de Israel e não saudaram os adversários. Os adeptos israelitas visaram, por isso, os irlandeses desde o período de aquecimento.
Depois do desaire por 3-0, Manor Solomon, capitão de Israel, deixou críticas aos adversários.
«Disseram-nos disparates durante o jogo. Se disser o que penso sobre eles, provavelmente serei suspenso. Obviamente que eles nos odeiam e nós não gostamos deles. Já estou ansioso pelo próximo jogo contra eles, vai ser completamente diferente. O nosso país é 10 vezes melhor do que o deles, mais forte, um país incrível com pessoas incríveis. Temos orgulho no nosso país e nos nossos soldados. Podem fazer todos os truques que quiserem. Somos israelitas e amamos o país.»
O avançado, de 27 anos, tem vínculo ao Wet Ham, conjunto orientado por Nuno Espírito que disputa a segunda divisão inglesa.
República da Irlanda e Israel voltam a defrontar-se no domingo, novamente em campo neutro, agora na Sérvia.
Do Grupo 3B fazem também parte a Áustria, na primeira posição, e o Kosovo, no segundo lugar.
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