Vitinha eleito MVP frente ao City: orgulho no PSG e elogios a Zaïre-Emery
Vitinha foi distinguido como o melhor jogador do triunfo do PSG diante do Manchester City, por 4-2, na Liga dos Campeões. Na flash interview da DAZN, o médio português analisou a partida e abordou as diferenças entre as funções que desempenha na equipa parisiense e na Seleção Nacional.
Convidado a resumir o encontro em três palavras, admitiu que o desgaste tornava a tarefa difícil, mas escolheu competência, orgulho e qualidade. Sublinhou que jogos desta exigência são difíceis, mas também dão muito prazer, lembrando que foi para disputar encontros assim que trabalharam para se tornar jogadores.
Na análise à primeira parte, Vitinha considerou que o PSG esteve a um nível incrível e fora do normal. Por isso, entendeu como natural que o City regressasse do intervalo com alguns ajustes e disposto a dar tudo. Explicou que os parisienses demoraram algum tempo a acertar a pressão em determinadas posições, permitindo ao adversário aproximar o jogo da sua área. Os cruzamentos começaram a surgir e aumentaram as dificuldades para o PSG.
Apesar do maior ascendente inglês, o internacional português recordou que a sua equipa marcou um golo na segunda parte e desperdiçou um penálti. Reconheceu que houve mais City nesse período, mas rejeitou que só os ingleses tivessem jogado. No balanço global, classificou a exibição como incrível e mostrou-se muito orgulhoso de todos, tanto dos titulares como dos jogadores lançados durante a partida.
Para Vitinha, esse contributo coletivo tem sido a chave do sucesso nos últimos dois anos. O médio destacou a capacidade de continuar a apresentar competência e qualidade, algo que não considera fácil, mas lembrou que ainda estão em outubro e que o percurso é longo, manifestando o desejo de manter esse nível.
Sobre a assistência de calcanhar de Zaïre-Emery, explicou que estava à espera dessa possibilidade, embora não soubesse se o colega iria mesmo passar-lhe a bola. Elogiou a qualidade excecional do passe e considerou que o companheiro teria de o ter visto antes, uma capacidade própria dos grandes médios. Descreveu o lance como se Zaïre-Emery tivesse visto com a nuca e salientou que essa aptidão coloca os médios noutro patamar. Satisfeito por ter sido encontrado numa posição mais favorável, acrescentou que acertou bem na bola e conseguiu marcar.
Quanto às diferenças entre o PSG e a Seleção, Vitinha afirmou que os dois papéis lhe trazem entusiasmo e o fazem sentir mais completo. Explicou que lhe são pedidas coisas distintas em cada contexto e que procura corresponder a todas, considerando perfeita essa diversidade de funções.
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