Rui Borges deixa derrota com o LASK em 2020 no passado e aponta ao presente
A derrota frente ao LASK Linz, na Liga Europa, em 2020, nos primeiros tempos da era de Rúben Amorim, estará certamente na memória dos sportinguistas. Do grupo que sofreu esse desaire por 4-1, continuam apenas Nuno Santos, Gonçalo Inácio e Eduardo Quaresma. Na preparação para novo encontro com os austríacos, Rui Borges centrou o discurso no momento atual.
O treinador acredita que os jogadores conhecem esse resultado e que ele pode funcionar como aviso, mas esclareceu que a equipa não analisou a partida. Sublinhou que passaram vários anos desde esse encontro da Liga Europa e que, entretanto, o Sporting tem consolidado a presença na Liga dos Campeões e a sua dimensão europeia. Para o técnico, importa continuar a história do clube e fazer parte dela.
Rui Borges destacou ainda a necessidade de preservar a ambição e a humildade demonstradas pela equipa. Defendeu que, no futebol, a teoria não garante resultados, lembrando os dissabores sofridos por formações muito fortes perante adversários que usam as suas próprias armas. Por isso, insistiu na importância de respeitar o LASK.
O técnico reforçou também o peso das vitórias em casa e afirmou que o encontro de amanhã não será exceção. Os três pontos, salientou, são importantes para chegar ao objetivo de alcançar o playoff. Sobre o adversário, observou que o LASK manteve a sua ideia nos dois jogos que disputou na Champions e classificou o seu processo ofensivo como extremamente perigoso. Como exemplo dessa capacidade, recordou que os austríacos afastaram o Celtic, uma grande equipa, da Liga dos Campeões com um triunfo por 5-1 em casa.
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