Depois do adeus de Ronaldo, FPF tem patrocínios garantidos até 2030
Apesar dos receios de que uma separação entre Cristiano Ronaldo e a Seleção Nacional possa ter impacto nas contas da Federação Portuguesa de Futebol — falar em «retirada» será talvez prematuro —, os patrocínios não estão ameaçados.
Nesta fonte de receitas da FPF, a grande maioria dos contratos em vigor está garantida até 2030, ano em que Portugal organiza o Mundial em conjunto com Espanha e Marrocos.
Na época 2024/25, a rubrica «Rendimentos Suplementares» do Relatório de Atividades e Contas, que engloba as receitas provenientes de patrocínios e marcas, correspondeu a um encaixe de 56,8 milhões de euros.
A maioria destes acordos foi assinada ainda durante a presidência de Fernando Gomes. Entre os patrocinadores principais, Puma, Sagres, MEO, BPI, CUF, Generali e Sacoor mantêm todos parcerias válidas até 2030.
A exceção entre os patrocinadores principais é a Hertz, cujo contrato tem um prazo mais curto e vigora até este ano. Já marcas como a Galp e o Continente, que patrocinam as seleções e não a FPF, também têm acordos que se prolongam até 2030.
Assim, uma rutura entre Ronaldo e a Seleção Nacional não comprometerá, para já, esta fonte de receita da FPF. Em 2024/25, a federação registou lucros recordes de 131 milhões de euros.
Queres saber isto antes de todos? Entra no grupo gratuito do Corvo Bets.
Entrar no grupo